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Igreja de Setúbal: "Desafios que nos movem"

Plenário do Clero

AFPS | 27/06/2017 07:06
Decorreu hoje, no Seminário de Almada, o plenário do Clero de Setúbal que encerra o ano pastoral. Para além da avaliação do último ano e recolha de sugestões para o próximo ano, o Bispo Diocesano apontou, ao início da manhã, alguns desafios que considera ser estruturantes para a vida da Igreja Diocesana.

Em primeiro lugar, D. José Ornelas apontou o desafio da formação pessoal do Bispo, Sacerdotes e Diáconos, mas também o desafio da formação inicial, no Seminário. Neste âmbito, o Prelado anunciou que estão a ser pensados os moldes de um Ano Propedêutico.  

No que se refere à formação dos leigos, área que também está a ser refletida, o Bispo diocesano considera que “é necessário um programa que se abra às necessidades pastorais de formação de líderes para as diversas missões pastorais, e que ao mesmo tempo vá ao encontro de um diálogo com a cultura, numa perspetiva de anúncio do Evangelho”.

Outro dos desafios apresentados pelo Prelado, refere-se aos Centros Paroquiais e Obras Sociais presentes na Diocese: “É necessário coordenar esta atividade para gerar articulação de serviços, otimizar recursos, e assim, servir melhor o nosso povo”, destacou D. José.

Finalmente, o Bispo apontou a reestruturação da Cúria Diocesana que está em curso, não só ao nível das estruturas físicas, mas também da própria ação pastoral, com a nomeação de um Vigário Pastoral.

Assim, com o objetivo de coordenar a ação dos Secretariados Diocesanos, Comissões e Movimentos, foi anunciado como futuro Vigário Pastoral, o Padre Luís Matos Ferreira. [Leia mais, clicando aqui].

Um olhar de ação de graças

D. José Ornelas fez ainda um balanço do último ano pastoral e deu graças por um ano cheio de vida, nas comunidades, nas vigararias e na diocese.

“Se olhamos para a realidade das nossas comunidades paroquiais, há bem motivos para dar graças a Deus por quanto nelas está a realizar, pela ação do seu Espírito e pelo trabalho empenhado da vossa parte – presbíteros e diáconos – e de inúmeros religiosos e leigos dedicado ao serviço dos outros”, assinalou o Bispo.  

Entre outras palavras dirigidas aos sacerdotes e diáconos, o reavivar da fé em pessoas adultas que há muito tinham sido batizadas, foi motivo de uma palavra especial de alegria por parte de D. José Ornelas.

"É, para mim, uma das maiores alegrias, como Bispo, confirmar pessoas adultas que, por vezes, fazem também a Primeira Comunhão. Gente que reencontrou a fé acompanhando os filhos à catequese, ou homens e mulheres que fazem a Primeira Comunhão num Cursilho de Cristandade ou num Convívio Fraterno, referiu.

Anabela Sousa

 

 

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